Poucas rivalidades na Kings League Brasil geram tanto barulho nas redes quanto a disputa entre Ludmilla, presidente do Real Elite ao lado do empresário Allan Rodrigues, e Gaules, presidente do G3X FC junto com Kelvin Oliveira. De um lado, a cantora que decidiu apostar tudo num projeto esportivo pra levar o Real Elite a um novo patamar. Do outro, o maior streamer de CS do Brasil, transformando audiência de live em resultado dentro de campo.
Duas formas diferentes de liderar um time
Ludmilla chegou à Kings League com um discurso claro: usar a visibilidade da carreira musical pra dar ainda mais força e representatividade ao Real Elite, muitas vezes participando ativamente das decisões de time e aparecendo em campo pra cobrar o Pênalti do Presidente — sempre com aquela mistura de irreverência e competitividade que já é marca registrada dela nas redes sociais.
Gaules, por outro lado, traz pro G3X FC toda a bagagem de quem construiu uma das maiores audiências da Twitch no Brasil comentando jogos, e sabe exatamente como manter o público engajado mesmo fora dos dias de jogo — o que ajuda a explicar por que o G3X, com Kelvin Oliveira artilheiro isolado da temporada, chegou tão forte até a final do Split 2.
Quem são Ludmilla e Gaules fora da Kings League
Fora das quatro linhas, os dois já eram nomes de peso muito antes de virar presidentes. Ludmilla, nome artístico de Ludmilla Oliveira da Silva, nasceu em Duque de Caxias (RJ) e começou cantando em bailes cariocas ainda adolescente, antes de estourar no YouTube e construir uma carreira internacional que a levou a assinar com a gravadora Roc Nation. Gaules, por sua vez, é o nome artístico de Alexandre Borba Chiqueta, paulistano que foi jogador profissional de Counter-Strike no início dos anos 2000 — inclusive na antiga equipe g3nerationX, conhecida como “g3x”, referência que ecoa até hoje no nome do time que ele preside na Kings League. Depois de anos como jogador e técnico, migrou para as lives em 2017 e hoje é uma das maiores vozes do streaming brasileiro, com recorde histórico de mais de 700 mil espectadores simultâneos na Twitch.
Rivalidade que vira conteúdo
Boa parte desse engajamento em torno da Kings League Brasil nasce justamente desses confrontos de bastidores entre presidentes-celebridade. Vídeos de Ludmilla e Gaules trocando indiretas viralizam quase tão rápido quanto os melhores momentos dentro de campo, reforçando que a competição vendeu, desde o início, muito mais do que só futebol — vendeu entretenimento de ponta a ponta.
Cuidando da imagem (e do corpo) fora das câmeras
Presidentes que também são figuras públicas de peso, como Ludmilla, costumam manter rotina de cuidados estéticos e de saúde alinhada à vida de palco e câmeras constantes — e o colágeno vem sendo um dos suplementos mais comentados nesse universo, tanto pela questão da pele quanto pelo suporte às articulações de quem também se movimenta bastante em apresentações e compromissos.
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O que essa rivalidade representa pra Kings League
Enquanto Ludmilla e Gaules continuarem trocando provocações — dentro e fora de campo —, a Kings League Brasil segue tendo um dos seus maiores trunfos de audiência garantido. É esse tipo de dinâmica que transforma um simples jogo de fut7 num evento de entretenimento completo, com direito a memes, viralização e discussão de torcida que ultrapassa em muito o resultado do placar.
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